No dia 10 de dezembro celebrou-se o Dia dos Direitos Humanos. Na ocasião, o egresso do sistema prisional, Carlos Eduardo Teixeira, teve a oportunidade de participar de um encontro na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) sobre “Diversidade e Direitos Humanos na Contemporaneidade”. Carlos é fruto da Missão Prisional e seu processo de reconstrução social tem contado com o apoio da Associação Luz da Liberdade.

“Esse processo tem sido de grande valia na minha vida. Tenho aprendido muito”, disse Eduardo. Convidado pela EMERJ para uma apresentação de saxofone, mostrou que é possível transformar realidades a partir do envolvimento da Igreja em setores específicos da sociedade. “As pessoas não acreditam que possa ter ressocialização, não acreditam na mudança do ser humano e eu quero ser instrumento de Deus para mudar a mente das pessoas. Para que todos vejam que existe mudança sim”, afirmou.

O Pastor Claudio Barreto, coordenador da Missão Prisional, afirmou que é uma alegria muito grande testemunhar a transformação na vida do discípulo. “Durante o tempo que o acompanhamos na prisão, ele sempre foi uma benção lá dentro, sempre demonstrou um grande quebrantamento”.

O evento realizado na EMERJ teve como objetivo debater temas como relações étnico-raciais, políticas públicas e gênero. Segundo o desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa, a diversidade pode gerar a evolução e a cultura. Para ele, os respeitos às diferenças levam ao amadurecimento como seres humanos.

O desembargador também destacou a participação de Carlos Eduardo Teixeira. Ele afirmou que é uma alegria observar o exemplo do Eduardo pois ele é um vencedor. “Ele nos trouxe a música mais bonita. Pois além do instrumento, trouxe também a música do sucesso, da coragem, do recomeço. Não só a música do saxofone, mas também a música da sua vida”, afirmou.

Você pode fazer da transformação de vidas como a de Carlos Eduardo. Acesse www.missoesrio.com.br/apoie e seja um Parceiro na Ação Missionária (PAM Rio).